Amigos, encontros e momentos da trajetória de Thelma Jhones.
Thelma Jhones e seu eterno amado Steve, a quem dedicou singles como “Steve My Only One”, “Lua Branca Lua” e outras composições marcantes.
Recortes de memórias que revelam o amor eterno de Thelma Jhones e Steve — fragmentos de vida em símbolos de carinho que resistem ao tempo.
Marcelo e David vivem na memória como essência eterna, transformando ausência em presença e amor em eternidade.
Médico e compositor de destaque na música brasileira, Tuzé de Abreu é amigo de infância de Thelma Jhones e presença marcante em sua trajetória.
Dom Timóteo foi um grande amigo e parceiro de música e poesia. A fotografia, feita pela própria Thelma, o registra descendo a escada do claustro rumo à recepção do Mosteiro.
Thelma Jhones com a renomada família de músicos clássicos Alexandre, Larissa e Alice Casado — encontros memoráveis, sempre marcados pela música e pela amizade.
Thelma Jhones e Faisal Hussein, renomado violoncelista do Sri Lanka, compartilham amizade e concertos no espaço musical da família Casado.
Momentos divertidos de Thelma Jhones com as amigas Beth Palmeira e a cantora Marilda Santana, em encontros marcados pela amizade e pela música.
Thelma Jhones integrou a comissão de shows de Caetano Veloso na Califórnia, onde recebeu dele o apelido carinhoso de “Zi-Thelma”. No Brasil, guarda com carinho fotografias de bons encontros vividos na residência do amigo em Salvador-Ba.
Com Thalia Lubin, Thelma Jhones uniu esforços para levar aos palcos da Califórnia nomes consagrados da música brasileira como Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil, João Gilberto e outros artistas.
Thelma conhece Gereba Barreto, compositor e parceiro de Luiz Gonzaga, desde a juventude — uma amizade estreitada ao longo dos anos por meio de Tuzé, marcada pela música nordestina.
Thelma conhece Edil Pacheco desde a juventude; os encontros aconteciam na casa do saudoso Di Andrade, produtor dos Novos Baianos, fortalecendo vínculos de amizade e trocas culturais na música brasileira.
Na Califórnia ou em Salvador, Gil e Thelma estreitaram laços culturais e artísticos em encontros memoráveis que marcaram sua trajetória.
No palco em San Francisco, Califórnia, Thelma Jhones recebe o carinho de Milton Nascimento, encontro, marcado pela emoção e pela força da música.
Thelma Jhones apresentou à ARC Orchestra em Sacramento, California a “Modinha” da Sinfonia do Rio de Janeiro, obra de Francis Hime e Geraldo Carneiro, ampliando laços da MPB com os EUA.
Na casa de Jorge Amado, Thelma conheceu Georges Moustaki, famoso compositor grego, radicado em Paris, iniciando amizade e afinidade artística ligada à música brasileira.
Thelma Jhones encontrou o ator José Wilker no Teatro Vila Velha, em Salvador. Wilker apresentava a peça "Dona Flor", enquanto Thelma participava da peça "O Tabaris".
Composição instrumental criada ao piano em tributo a Steve Jhones, hoje em quarteto de cordas — o amor transformado em música que transcende o tempo.
Canção em forma de carta à lua, dedicada a Steve e ao azul do seu olhar que atravessa o mar da saudade.
Peça performática de voz poética e presença cênica em torno da figura do clown.
Uma homenagem a Caetano Veloso, escrita como quem dança um chorinho — leve, brasileira, e ainda assim erudita.
Canção sobre presença e memória — uma afirmação poética de que se esteve, e ainda se permanece, neste instante.
Uma canção que observa a vida a partir de uma janela, com o olhar lírico e a saudade que atravessam a obra de Thelma.